Errais por não conhecerdes as Escrituras! - Jesus Cristo

segunda-feira, 6 de março de 2017

Jerusalém

A velha Jerusalém. Na visão parcial, o local conhecido como a Torre do rei Davi












O povo hebreu, já destro em batalhas, tendo o anjo do Senhor à frente, vai conquistando terras e terras. Até a vitória final, que é a conquista de Jerusalém, a misteriosa e sagrada cidade do Grande Rei.  Conhecida por outros nomes antes, a capital espiritual de Israel, cuja capital hoje é Telaviv, foi invadida por cristãos católicos a partir do primeiro milênio e, a Igreja Católica, fundada pelo imperador Constantino começou as guerras chamadas Cruzadas (ou santas), se apossando dos chamados lugares santos. Depois destes, surgiriam os Cavaleiros Templários, que protegiam os cristãos que iam para Israel (que não mais existia) e, segundo as lendas, eram responsáveis pelo Santo Graal e pelos tesouros de Salomão.
  Tudo isso se deu até a conhecida Idade Média, quando os Cruzados foram derrotados e os templários foram traídos e mortos na França. Os de outros países conseguiram fugir e se instalar em novas terras e evitar a perseguição da igreja. No link https://pt.wikipedia.org/wiki/Ordem_dos_Templários)
você poderá ler toda a história verdadeira mesclada com as lendas sobre os Cavaleiros Templários.
  Saladino, morto em 4 de março de 1193, foi um chefe militar curdo-muçulmano que se tornou sultão do Egito e da Síria e liderou a oposição islâmica aos cruzados europeus no Levante. No auge de seu poder, seu domínio se estendia pelo Egito, Palestina, Síria, Iraque, Iêmen e pelo Hijaz. Foi responsável por reconquistar Jerusalém das mãos de cruzados e templários, após sua vitória na Batalha de Hattin.
  Num dos muitos filmes sobre aquela época, Saladino, após derrotar os soldados da Igreja em Jerusalém e oferecer vida e liberdade aos sobreviventes que se renderem, dá uma resposta interessante ao líder militar quando este pergunta o que significava para todos Jerusalém, e o rei mouro, que ia se afastando, dá uma parada e responde: - Nada...e tudo!
  Assim entendemos porque os israelitas (conhecidos no mundo apenas como judeus), tanto amam Jerusalém e o Templo, ambos sagrados para eles e em outras terras derramavam lágrimas de tristeza e saudade por causa deles.
  A maior e mais famosa cidade histórica e religiosa do mundo, não tem menção bíblica sobre quando surgiu ou quem a fundou, por isso ela também é conhecida como a cidade eterna, pois Deus promete, além de uma nova Terra e novo Céu, uma nova Jerusalém, vinda dos céus para o reinado eterno de Jesus sobre os reinos da Terra.
  E, embora possamos não entender, o garantido é que Jerusalém existe, não teve início e nem terá fim, pois é eterna, assim como nós, pobres mortais, também poderemos ser eternos, seguindo as ordens de Deus e do Seu Filho, pois de acordo com o plano divino, nós fomos criados para isso!